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Este ano, à semelhança dos anteriores, o projeto Corpo+Cidade volta a integrar a programação do DDD. Durante seis dias do festival (21 a 30 de abril), um conjunto de artistas programados pelo balleteatro vai estar nas cidades do Porto, Matosinhos e Gaia a apresentar diferentes criações desenvolvidas a pensar na aproximação às pessoas e na "vivência de cidade".
A entrada é livre e aberta a todos os públicos. Com direção artística de Isabel Barros e Flávio Rodrigues, o projeto Corpo+Cidade terá apresentações na Avenida dos Aliados, Casa da Arquitectura, Estação de Metro de São Bento, Alameda das Fontainhas, Varais da Afurada e Parque da Cidade.
A primeira atuação acontece na Avenida dos Aliados e é coreografada por Max Oliveira. B Girls é uma proposta de intervenção urbana onde o feminino é voz, corpo e ordem/desordem. No dia 22 de abril, Corpo+Cidade vai estar presente na Casa da Arquitectura em Matosinhos, com Bouziane Bouteldja / DANS6T. Partindo de gumboot, pantsula, gnawa e outras danças tradicionais, "Ritual da Vida" cria uma ligação entre o passado e o presente.
Para fechar a primeira semana do Festival, a Estação de Metro de São Bento vai receber Flávio Rodrigues com "escrita I da atenção pluriprisma", um projeto concebido em 360º que utiliza materiais guardados e sem função.
Na última sexta-feira do DDD (28 de abril), a FBAUP e o balleteatro vão se juntar na Alameda das Fontaínhas para apresentar Crossing Spaces / Living Bodies II, um projeto multidisciplinar motivado pela partilha. Corpo+Cidade vai também estar presente em Gaia, nos Varais da Afurada. "Pondo rezas nos lábios" parte do tema do mar e do pressuposto “Quanto mar está em mim e no outro". A edição de 2023 de Corpo+Cidade termina dia 30 de abril com "WHAT TOOK YOU so long", no Parque da Cidade. A criação de Maurícia | Neves é uma ode sobre a espera, a calma e a coragem.
O projeto do balleteatro, Corpo+Cidade, nasceu em 2014 e parte de uma vontade de "contaminar artisticamente" as ruas da cidade, "apagando a linha que separa o público e o performer". Desde 2016, que este projeto está unido ao DDD e todos os anos, à exceção de 2020, levam ao espaço público várias criações.



