DDD - FESTIVAL DIAS DA DANÇA

20  –  30.04   2021

→ Catarina Miranda – CABRAQIMERA • 28.04 – 19H00 • Teatro Rivoli [NO PALCO] ←
→ Cláudia Dias & Idoia Zabaleta – Quinta-Feira: Abracadabra • 28.04 — 30.04 • Sala Virtual BOL [EM CASA] ←
→ Renan Martins & Frankão – Viaduto • 29.04 – 19H00 • Auditório Municipal de Gaia [NO PALCO] ←
→ Luísa Saraiva & Senem Gökçe Oğultekin – Hark! • 27.04 — 29.04 • Sala Virtual BOL [EM CASA] ←
→ João Fiadeiro & Carolina Campos – Ça va exploser • 27.04 — 29.04 • Sala Virtual BOL [EM CASA] ←
→ Catarina Miranda – CABRAQIMERA • 28.04 – 19H00 • Teatro Rivoli [NO PALCO] ←
→ Cláudia Dias & Idoia Zabaleta – Quinta-Feira: Abracadabra • 28.04 — 30.04 • Sala Virtual BOL [EM CASA] ←
→ Renan Martins & Frankão – Viaduto • 29.04 – 19H00 • Auditório Municipal de Gaia [NO PALCO] ←
→ Luísa Saraiva & Senem Gökçe Oğultekin – Hark! • 27.04 — 29.04 • Sala Virtual BOL [EM CASA] ←
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DDD 2021 e RTP 2 apresentam Room with a view
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© Cyril Moreau
Sáb
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Depois da transmissão online no dia de abertura do DDD, Room with a view é hoje apresentado na RTP 2, às 22H10. A transmissão é fruto da parceria que une, este ano, o DDD e a televisão pública.


Room with a view é um espetáculo que junta o DJ francês Rone e o coletivo (LA) HORDE, que, em setembro de 2019, assumiu a direção artística do Ballet national de Marseille.


Ao longo dos anos Marine Brutti, Jonathan Debrouwer e Arthur Harel, o trio que constitui o coletivo (LA) HORDE, sempre quiseram questionar o espectro de significados políticos da dança, pesquisando online novas coreografias que expressassem levantamentos populares. Room with a view segue essa linha de pesquisa para logo evocar, em palco, uma mensagem contestatária ancorada num ambiente de rave.


“Imaginamos uma pedreira de mármore que evocasse a pedra mais icónica da história da arte, um local de extração mortal cujas linhas e brancura relembrassem também a arquitetura do edifício do Ballet nacional de Marseille, onde a peça nasceu. Esta pedreira é um local de poesia e de caos, onde poderíamos questionar as possibilidades emancipatórias do corpo num contexto de colapso generalizado: o colapso dos seres vivos e da biodiversidade, mas também o colapso positivo de sistemas opressores, como o patriarcado. O maior desafio em todo este processo foi evitar discursos moralizadores. Não queríamos fazer uma peça sobre ecologia, mas sim falar da nossa relação com a comunidade e com o corpo no contexto político especialmente conturbado em que vivemos. Não acreditamos na passividade do público e queremos que os nossos espetáculos sejam também momentos de empoderamento.”


Para ver ou rever esta noite, depois das duas primeiras sessões do ciclo de conversas online Dança Iminente (ler mais).


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20    –    30.04   2021