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O DDD despede-se com um fim de semana preenchido com 4 estreias absolutas e 4 estreias nacionais
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O DDD despede-se com um fim de semana preenchido com 4 estreias absolutas e 4 estreias nacionais
© Maria Alperi

O DDD despede-se da sua 9.ª edição, num fim de semana preenchido e que percorre todas as cidades coorganizadoras do festival: Porto, Matosinhos e Gaia. Até este domingo, dia 4 maio, há ainda 4 estreias absolutas e 4 estreias nacionais para ver.

O último fim de semana do DDD 2025 começa no CAMPUS PCS com a abertura de portas dos estúdios a 3 projetos levados a cabo por Emma Saba (no âmbito do projeto europeu Grand Luxe), Eríc Amorim dos Santos e Fabrizia da Paz (no âmbito de parceria com Mindelact – Festival Internacional de Teatro do Mindelo) – artistas residentes do DDD.  


Às 15h00, começa a maratona de uma tarde e noite de espetáculos. Adoçar é apresentado, pela segunda vez, no Auditório Municipal de Gaia. O novo trabalho da criadora Ana Isabel Castro explora a ideia de observação e de limpeza, partindo da memória de infância onde a palavra “adoçar” é utilizada como sinónimo de lavar: “Já te adoçaste? Vai-te adoçar!” 


À mesma hora, no MXM ArtCenter, originalmente previsto no Parque da Pasteleira, Max Oliveira estreia P_Z_L_S, uma peça de 25 minutos onde as danças urbanas se mesclam com música tradicional portuguesa e os ritmos do breakbeat. Um espetáculo de entrada livre, coprogramado pelo balleteatro. 


Às 17h00, em Serralves, é apresentado Æffective Choreography, de André Uerba, uma performance intencionalmente lenta para a emergência gradual de intimidade, bem como a coreografia, que vai esbatendo os limites do corpo da performance e do público. 


Às 19h30, Marcelo Evelin / Demolition Incorporada apresenta, pela segunda vez, Bananada: OPERANTÍPODA (parte I), no Palácio do Bolhão, um objeto coreográfico físico e sonoro criado para e com oito artistas-colaboradores, numa espécie de ópera dos trópicos. 


Pela primeira vez em Portugal, será apresentado Magic Maids, às 19h30, de Eisa Jocson e Venuri Perera, no Teatro Campo Alegre, para o qual as criadoras recolheram histórias de prestadoras de cuidados nas Filipinas, no Sri Lanka e na Indonésia. Magic Maids parte de figuras femininas arquetípicas como “a bruxa” e “a criada”: desprezadas e temidas ao mesmo tempo. Em cena, a vassoura já não simboliza a opressão, mas a resistência feminista. O espetáculo repete no domingo, às 15h00. 


Também às 19h30, a salsa chega ao Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery, com VAIVÉN, do coreógrafo colombiano Camilo Mejía Cortes. O espetáculo é novamente apresentado no domingo, às 15h00. 


Às 21h30, os dois teatros do Teatro Municipal do Porto apresentam espetáculos, ambos em estreia nacional. No Teatro Campo Alegre, é a vez de Ídio Chichava apresentar Vagabundus, uma performance, na qual 13 intérpretes dançam e cantam músicas moçambicanas antigas e atuais, gospel e motivos barrocos. O espetáculo é novamente apresentado no domingo, às 17h00. Já no Rivoli, é a companhia espanhola KOR’SIA que apresenta Mount Ventoux. Nesta criação, o coletivo revisita a história que Francesco Petrarca escreveu em 1336, "Ascesa al Monte Ventoso", onde propunha uma viagem ascendente para que a humanidade escapasse e deixasse para trás os anos sombrios da Idade Média. O espetáculo é novamente apresentado no domingo, às 19h30. 


No entanto, o festival não termina sem festa: sábado, dia 3, haverá uma after party do festival, a cargo de Fylhas do Dragão, com entrada livre. 


Além das repetições de apresentações, esta edição fecha ainda com a estreia Encontros instáveis, de Elisa Miravalles, no domingo, às 16h00, originalmente previsto para o Bairro de São Victor e que acontecerá na Estação de Metro do Campo 24 de Agosto. Uma peça de 30min que coloca em diálogo o movimento corporal com objetos no espaço arquitetónico, utilizando uma linguagem plástica cénica. Um espetáculo coprogramado pelo balleteatro e de entrada livre.

O DDD despede-se com um fim de semana preenchido com 4 estreias absolutas e 4 estreias nacionais
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