estreia

If I do not live my truth, I only write it, reduce humanity to poetry, and poetry to a common sense of morality. If my own life isn’t perceived as a moral sacrifice, then maybe this is only poetry - not real life...
E se George Bataille e Sarah Kane se juntassem para jogar xadrez e decidissem reescrever a história da arte — ou da humanidade — como seria? O tribunal marcou a sentença de morte for the sake of love. O museu decretou a sentença da eternidade for the sake of art. E um funeral — metade funeral, metade aula de culinária — decretou a sentença de voltar à vida for the sake of dying. Nesta segunda parte de How to Kill, continuo a explorar o corpo, o treino e a disciplina como vias para transcender a performatividade. — Xana Novais
Este espetáculo contém cenas suscetíveis de ferir a sensibilidade, nomeadamente de pessoas com fobia a sangue. Inclui nudez, sangue, fluídos corporais e imagens gráficas.
estreia
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Ficha técnica
Direção artística, conceito e interpretação
Xana Novais
Interpretação e colaboração
Ana Rita Xavier, Cata Gomes, Cru Encarnação, Zinnia Nomura, Fibi Eyewalker
Sonoplastia e manipulação live
Diogo Melo
Assistente da direção
Carolina Vouga
Direção de arte
Xana Novais
Apoio à dramaturgia e direção de produção
Tatiana Rocha
Direção técnica e som
José Afonso Monteiro
Vídeo
Zhang Qinzhe
Luz
Lui L’Abatte
Blood Mother
Luz de Luna Duran
Mestre de xadrez
Rafael Antonio Bergmann
Técnico de flebotomia
Azul Luísa
Técnico de suspensão
Binho Barduzzi
Assistência ao processo
Carolina Vouga
Produção e gestão financeira
COISAS Coletivo & V.E.R.M.E.
Coprodução
DDD – Festival Dias da Dança
Coprodução em residência
O Espaço do Tempo
Apoio à residência
CRL – Central Elétrica
Patrocínio
Agência Funerária Nova Esperança
Apoio
Appleton, Theater Haus Berlin, Carpintarias Lavandeira, ALCIMA Construções Metálicas, Associação Académica de Espinho, Medika
Agradecimentos
Ângela Cardoso, Tiago Cardoso, Nino Ubezio, AMC-Vilarinho, Daniel Seabra, Francisca Marques, João Geraldo, Bernardo Sarmento, Marcus Porto, Camila Malenchini, João Bragança, Cláudia Galhós, Catarina Branco
Observações
Falado em português e inglês
Acessibilidade