
No Category Practice cruza várias práticas de movimento. Em vez de explorar o potencial individual de cada uma, interessa-nos perceber como se relacionam entre si — nas suas complementaridades e conflitos — e como podem ampliar o nosso espectro de possibilidades enquanto movers, performers, bailarinos e pessoas. Partimos da ideia de que estas práticas são ferramentas através das quais nos conhecemos e compreendemos o mundo. Ao trazer as categorias para o primeiro plano da consciência, percebemos como estão ligadas à construção da identidade e como podem também limitar as nossas formas de conexão. A partir de uma base técnica centrada no corpo, abrimo-nos depois ao poder das imagens, analogias e símbolos. É aí que a dança se expande, criando metáforas capazes de escapar às rigidezes da categorização. — Renan Martins
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