estreia nacional

Como um vulcão, este solo guarda camadas de história sob a superfície, à espera de irromper. Trabalho com estados de entrega — permitindo que o movimento surja de um lugar para além do controlo consciente, como se fosse guiado por correntes subterrâneas. Neste processo, convido o corpo a tornar‑se um sítio de escavação, onde energias esquecidas ou reprimidas ganham forma. A coreografia segue uma estrutura definida, mas deixa espaço para a improvisação, mantendo a performance crua e viva no momento. Combina a precisão clássica com elementos expressivos, caóticos e teatrais, espelhando a imprevisibilidade da vida. — Tânia Carvalho
estreia nacional
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Ficha técnica
Criação e interpretação
Tânia Carvalho
Desenho de luz e direção técnica
Anatol Waschke
Música
XNX, Tânia Carvalho
Produção executiva
Cristiana Sousa
Produção
agência 25
Coprodução
La Biennale di Venezia, Pedra Dura - Festival de Dança do Algarve / CAMA a.c., Théâtre de la Ville (Paris)
Observações
Falado em português
Acessibilidade