Um corpo chamado templo

Um corpo chamado templo

Um corpo chamado templo
© Luís Sá

O corpo, território sagrado. O corpo, casa onde habitam memórias, silêncios, vozes e deuses. Em Um corpo chamado templo, o gesto torna-se oração, o movimento é liturgia, e cada respiração ergue uma arquitetura invisível - feita de carne, espírito e herança. Entre o divino e o profano, entre o que permanece e o que se perde, nasce uma dança que procura reencontrar o sagrado nas ruínas do tempo. Inspirado em I Coríntios 6:19— “O corpo é o templo do Espírito Santo” —, este solo parte da ideia de que o corpo é o primeiro templo, o mais vulnerável e o mais potente. Através dele, evocam-se também os templos moçambicanos — físicos, espirituais e simbólicos — que têm sido desrespeitados, transformados ou esquecidos. Um corpo chamado templo é uma homenagem à tradição e um grito de alerta: dançar é reconstruir, é preservar, é fazer do corpo o espaço onde a cultura se reencontra com o sagrado. — Dinis Quilavei


Corpo + Cidade: Espetáculo coprogramado pelo balleteatro

Entrada livre
20min

Acessibilidade

Acessível a pessoas em cadeira de rodas
Sem texto