Qui
9
maio
22:00
Campo Alegre Palco do Auditório — Porto
7,50 EUR
VERA MANTERO
AS PRÁTICAS PROPICIATÓRIAS DOS ACONTECIMENTOS FUTUROS
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Entre 1966 e 1968, Ernesto de Sousa, curador, teórico e artista multidisciplinar, leva a cabo um amplo estudo e levantamento fotográfico sobre escultura popular portuguesa, explorando a possibilidade de “uma outra história da arte”, ou mesmo de uma “anti-arte”.

Posteriormente, Ernesto de Sousa, que já tinha uma breve carreira como realizador de cinema, faz um desvio em direção à vanguarda e à arte experimental, tornando-se muito próximo do movimento Fluxus e de artistas como Wolf Vostell, Robert Filliou, George Maciunas ou Joseph Beuys. Trabalhando a partir de imagens, ações, objetos e texto, o espetáculo convoca as pesquisas de Ernesto de Sousa em torno do cinema, da arte popular e da arte experimental.

VERA MANTERO estudou dança clássica com Anna Mascolo e integrou o Ballet Gulbenkian entre 1984 e 1989. Tornou-se um dos nomes centrais da Nova Dança Portuguesa, tendo iniciado a sua carreira coreográfica em 1987 e mostrado o seu trabalho por toda a Europa, Argentina, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, EUA e Singapura. Desde 2000 dedica-se também ao trabalho de voz, cantando repertório de vários autores e cocriando projetos de música experimental. Em 1999 a Culturgest organizou uma retrospectiva do seu trabalho até à data, intitulada "Mês de Março, Mês de Vera". Representou Portugal na 26a Bienal de São Paulo 2004, com "Comer o Coração", criado em parceria com Rui Chafes. Em 2002 foi-lhe atribuído o Prémio Almada (Ministério da Cultura Português) e em 2009 o Prémio Gulbenkian Arte pela sua carreira como criadora e intérprete.

Direção Artística e Interpretação Vera Mantero • Interpretação e Cocriação Henrique Furtado Vieira, Paulo Quedas, Vânia Rovisco • Assistência Inês Cartaxo • Assistência fase de pesquisa Tiago Barbosa • Apoio à Investigação Isabel Alves e Paula Pinto • Espaço e Elementos Cénicos André Guedes com a equipa • Som e Objetos Sonoros João Bento • Desenho de Luz e Direção Técnica Hugo Coelho – Aldeia da Luz • Realização e Edição Vídeo Hugo Coelho - Aldeia da Luz • Captação de Imagem Hugo Coelho e Paulo Quedas • Figurinos Carlota Lagido • Apoio à Execução de Adereços Rita Rosa Pico • Produção O Rumo do Fumo • Com o apoio da Fondation d’Entreprise Hermès no âmbito do programa New Settings • Coprodução Alkantara Festival, Teatro Municipal do Porto • Apoio Câmara Municipal de Lisboa • Agradecimentos Centro de Estudos Multidisciplinares Ernesto de Sousa, Direção-Geral do Património Cultural / Arquivo de Documentação Fotográfica (DGPC / ADF), Bienal de Cerveira, 23 Milhas – Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré, Casa Branca, Casa da Cultura da Trofa, DeVIR/CaPA, Doclisboa, Fundação de Serralves / Paula Fernandes, Museu Nacional de Etnologia, Museu Municipal de Esposende, Museu de Olaria, Ana Baliza, António Thedim, Augusto Manuel de Azevedo Ferreira, Daniel Worm, Francisco e Manuel Joaquim Esteves Lima (irmãos Mistério), Hugo Canoilas, João Fiadeiro, João Vieira / Biblioteca de Arte e arquivos da Fundação Calouste Gulbenkian, Júlia e António Ramalho, Julião Sarmento, Manuel Fernando Neto, Manuel Rosa, Mário Cabrita Gil, Nuno Gonçalo Santos, Rosa Côta e Zacarias Thedim • O Rumo do Fumo é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes • Duração aprox. 2h20


ESPETÁCULO EM PORTUGUÊS, COM LEGENDAGEM EM INGLÊS

NO ÂMBITO DE + WEEK

24 ABR — 12 mAI 2019

Porto

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