Marco da Silva Ferreira

Marco da Silva Ferreira
© Carina Branco

Como coreógrafo, Hu(r)mano (2013) marcou o início de um percurso imprevisível. BROTHER (2016) consolidou um discurso autoral. Seguiram-se Bisonte (2019), Corpos de Baile (2020), SIRI (2021)., førma Inførma (2022), Fantasie Minor (2022), C A R C A Ç A (2022) e a folia (2024), que estreou com a companhia francesa Ballet de Lorraine. Marco foi artista associado no Teatro Municipal do Porto(2018/19), Centro Coreográfico Nacional de Caen, na Normandia (2019-21), e é-o atualmente na Maison de la Danse – Lyon (2023-25).

Marco da Silva Ferreira
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Marco da Silva Ferreira
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